domingo, 28 de setembro de 2014

Violetas: Como cuidar

Quem aí nunca teve um vasinho de violeta na vida levanta a mão!? Acho que a maioria aqui já comprou ou ganhou uma plantinha dessas não é? Elas são lindas, delicadas e baratinhas. Bom, eu já tive algumas mas, elas acabaram morrendo. Provavelmente por excesso de água! Há poucos dias ganhei uma do meu marido e, corri para a internet em busca de dicas para o cultivo da pequena. 

Todo mundo fala que elas são super fácies de cuidar, e são mesmo. Mas, na minha opinião, só depois que você pesquisa e conhece um pouquinho mais sobre a planta. Umas das primeiras coisas a se fazer é mudar a planta de vaso. Geralmente elas chegam até você em um vaso de plástico, só que é muito melhor que ela viva em um vaso de barro. Isso porque eles absorvem melhor a água, não é bom que sua violeta viva mergulhada em água, pois suas raízes e caule apodrecem com facilidade e, são muito propensos à aderir fungos e bactérias. Também é bom que seja um vaso maior que a planta, para que ela desenvolva com facilidade suas raízes. No verão você pode regar duas vezes por semana, apenas umedecendo o solo. Já no inverno só uma vez por semana é o suficiente, somente quando o solo já estiver bem seco. Evite molhar as folhas e flores da planta, fazendo a rega diretamente na terra. As violetas vivem melhor em ambientes cobertos, sem a luz direta do sol. Por isso são uma boa escolha para decorar os ambientes dentro de casa. Mas, evite deixa-las em locais muito abafados. 

Tomando esses cuidados, todos garantem uma plantinha linda e florida o ano todo. Elas possuem um ciclo de desenvolvimento curto, em geral, são 32 semanas de ciclo produtivo: 20 semanas para formar a muda e mais 12 semanas para que elas floresçam.

Eu quero todas as cores, e vocês? :)




Algumas dicas do blog: - http://blog.giulianaflores.com.br/

sábado, 5 de julho de 2014

Inspiração: Gaiolas e suculentas + Tutorial

Gaiolas são minha paixão! Elas são lindas e delicadas, complementam qualquer ambiente. Seja numa festa ou na decoração da casa. Selecionei algumas inspirações com arranjos de suculentas, super simples para montar. Esse é um projeto que tenho em mente há algum tempo, além dos balões de lâmpadas, quero colocar gaiolas com flores penduradas em minha varanda. Encontrei um tutorial para fazer a sua própria gaiola de arame, me parece bem simples. Assim que as minhas estiverem prontas compartilho aqui.



Tutorial mini gaiola de arame

Material
  • Arame
  • Fita adesiva
  • Tinta spray
  • Copo
  • Solda
  • Alicate para corte
  • Alicate de ponta
Passo a passo


  1. Use o copo para dar forma aos círculos e arcos de sustentação da gaiola;
  2. Solde cada peça, como mostra as fotos 2, 3 e 4;
  3. Para criar o balanço da gaiola, com o auxilio do alicate e uma régua de medida, forme um arco e prenda as duas pontas em um pedacinho de madeira ou outro pedaço de arame, se preferir.
  4. Para finalizar, pinte e recorte um pedaço de papel craft equivalente ao fundo da gaiola forre o fundo com um tecido da sua preferência e acrescente um laço, como o da última foto.

Gostei bastante do passo a passo para a mini gaiola, estou pensando em vez de um laço colocar correntes para pendurar, e no fundo fazer uma grade de arame para a base. O que acharam? Deixem seus comentários :}



Fonte do tutorial:
- http://eusoquisfazer.blogspot.com.br/




quarta-feira, 4 de junho de 2014

Origami de cactos e suculentas

Uma arte que me encanta muito é o origami. É uma maneira de aquietar a mente produzindo algo, um exercício de paciência e, é tão impressionante a quantidade de coisas que se pode fazer com a técnica. Curiosamente pesquisei por origami de cactos e suculentas, nunca tinha visto e nem imaginava que poderia se fazer. É incrível, tão lindo. No youtube você encontra muitos tutoriais de origami, encontrei vários de cactos. De suculentas, ainda nenhum! :s

Aí vai algumas inspirações e ao final, um dos vídeos tutorial. Se alguém encontrar mais compartilhe aqui. *.*











terça-feira, 3 de junho de 2014

Inspiração: Casamento | Decoração com suculentas

Tenho muita vontade em planejar uma recepção no meu aniversário de 5 anos de casada, e comemorar com pessoas mais íntimas nossas bodas de madeira. Falta dois anos, e até lá muita coisa pode mudar e outras inspirações podem surgir, mas hoje, com certeza, eu faria a decoração com suculentas. Olha que lindo fica! Delicado e sofisticado. Inspire-se!





  



 





segunda-feira, 2 de junho de 2014

Saiba mais sobre: Adubação, tipos de adubo

Quem lida com plantas, sabe que algo fundamental para a saúde e desenvolvimento delas é a adubação correta. Isso porque encontramos as mais diversas formas de adubo, cada uma com seu potencial e ação específica. É importante conhecer um pouco sobre eles, pois adubo em excesso pode acabar matando a planta.

A adubação consiste no fornecimento de nutrientes ao solo, para recuperar e/ou conservar sua fertilidade. Com isto, proporciona o pleno desenvolvimento das plantas. Para determinar o melhor adubo, é preciso avaliar as necessidades gerais de cada planta. Em média uma planta precisa de 16 elementos para crescer de maneira saudável. A maioria é retirada do solo - nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, enxofre e magnésio. Sendo que o carbono, hidrogênio e oxigênio são retirados do ar. De modo geral separamos os adubos em orgânicos e inorgânicos:

Orgânicos

Provem de matéria vegetal ou animal, tais como, esterno de animais, farinha de ossos, vegetais em decomposição. Se caracterizam por liberar gradualmente os elementos, ou seja, permanecem por mais tempo no solo e são absorvidos pela planta de forma mais lenta. Não oferecem nenhum perigo à planta, pois tornam o solo mais poroso, oxigenando as raízes. Pode ser produzido em casa, reciclando restos de alimentos orgânicos.

São eles:

  • Torta de mamona: Cerca de 5% de nitrogênio. Eficiente na recuperação de terra esgotadas. Funciona com condicionador de solo. É indicado para plantas ornamentais em geral.
  • Humus de minhoca: Resultado da decomposição de restos vegetais e animais. A minhoca transforma o resíduo orgânico em húmus, que é nada mais do que seu excremento. Enriquece o solo de tal maneira, que deixa disponível para as plantas praticamente todo complexo mineral (cinco vezes mais nitrogênio, duas vezes mais magnésio, sete vezes mais fósforo e onze vezes mas potássio que o solo ou resíduo que se alimentou). É um dos melhores adubos e, deve ser usado sem exageros.
  • Farinha de osso: Rica em fósforo. O fósforo é um estimulante para a crescimento, floração e frutificação da planta.
  • Farinha de peixe: Rica em fósforo - 9% - nitrogênio - 5% - valores aproximados
  • Cinza de madeira: Rica em potássio, cálcio e magnésio
  • Estercos: São ricos em macronutrientes e incorporam a matéria orgânica. Não devem ser usados frescos, deixe secar ao sol por 30 dias e molhe algumas vezes até que esteja fermentado.

Inorgânicos (químicos e minerais)

Obtidos pela extração mineral ou derivados de petróleo. São aproveitados pela planta de forma rápida, por isso deve ser administrado com cuidado, para não causar danos. Podem ser encontrados à venda como granulados, em pó, líquidos ou em pastilhas.

São eles:
  • NPK - Nitrogénio, fósforo e potássio;
  • Salitre do chile: Rico em nitrogênio - aproximadamente 16%;
  • Sulfato de amônia: Rico em nitrogênio;
  • Nitrocálcio: Rico em nitrogênio;
  • Uréia: Rico em nitrogênio;
  • Superfosfatos: Rico em fósforo;
  • Cloreto de potássio: Rico em potássio;
  • Sulfato e potássio: Rico em potássio.

Como saber o que minha planta precisa?*

Elemento deficiente: Nitrogênio (N) - Plantas fracas; folhas de cor verde clara ou verde amarelada uniforme, inicialmente nas mais velhas; dormência de gemas laterais; folhas menores devido ao menor número de células; amarelamento e posterior queda das folhas traseiras.

Elemento deficiente: Fósforo (P) - Plantas pouco desenvolvidas; folhas cor verde azulado; às vezes aparecem na planta tons vermelho-arroxeados; folhas amareladas, à princípio nas mais velhas, pouco brilhantes e eventualmente apresentando manchas pardas; gemas laterais dormentes; atraso no florescimento; número reduzido de flores.

Elemento deficiente: Cálcio (Ca) - Deformação nas folhas novas, raízes pouco desenvolvidas; manchas pardo-amarelas entre as nervuras que às vezes podem se unir e tomar a cor de ferrugem; morte das gemas em desenvolvimento; dormência das gemas laterais; manchas necróticas internervais; cessação do crescimento apical das raízes, podendo apresentar aparência gelatinosa.

Elemento deficiente: Magnésio (Mg) - Clorose das folhas, geralmente começando e sendo mais severa nas mais velhas; clorose internerval (só as nervuras ficam verdes, enquanto que o espaço entre elas se torna amarelado, avermelhado ou pardacento); encurvamento das margens das folhas;

desfolhamento.

Elemento deficiente: Enxofre (S) - As folhas mais novas apresentam clorose (cor verde clara) e eventualmente podem apresentar uma coloração adicional (laranja, vermelho, roxo); necrose e desfolhamento; folhas pequenas; redução no florescimento; enrolamento das margens das folhas; internódios curtos. (Obs.: excesso de S pode ocasionar clorose interval).

No mais, não tem jeito, o segredo da adubação está na aplicação. Cada espécie tem uma necessidade, por isso é importante se informar antes e adubar de acordo com as especificações. Fique atento aos sinais de de adubação excessiva, podem ser eles:  crescimento exagerado das hastes, limo esverdeado no vaso, folhas com pontas amarronzadas. Se notar esses sintomas, suspenda a adubação.




Fontes de pesquisa:
- http://pt.wikipedia.org/
- http://www.paisagismobrasil.com.br/
- http://www.redecasamais.com.br/
- http://www.mundodastribos.com/
*Texto retirado do site >http://www.plantasonya.com.br/
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